Oito meses para as eleições e o cenário de polarização se mostra inevitável na disputa pelo Palácio do Planalto. Em mais um levantamento da Quaest, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue a frente de todos os oponentes nos dois turnos, mas vai perdendo a dianteira justamente para quem prefere enfrentar nas urnas: o sobrenome Bolsonaro.

Do outro lado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comemora, talvez um pouco cedo demais, a velocidade com a qual conseguiu se consolidar como o herdeiro do eleitorado do pai e dos votos antipetistas.

Porém, para os dois lados, apenas isso, não garante vitória. Petistas se negam a admitir que Lula chegou ao teto. Ao mesmo tempo, quebram a cabeça para entender que tipo de aceno precisam fazer para reconquistar grupos perdidos para a direita ao longo da última década, especialmente os mais pobres.

Iniciar a corrida com alta rejeição é o obstáculo principal para o clã do ex-presidente, que sofre o impacto da condenação do líder maior na trama golpista.

Em mais um levantamento, a Quaest revela que os principais nomes na corrida pelo Planalto ainda tem muitos desafios pela frente e 235 dias para apresentar soluções.



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