Quando bateu o martelo sobre a disputa pela reeleição em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) virou a chave na sua estratégia eleitoral.
Segundo fontes do seu entorno ouvidas pela CNN, duas portas ficaram abertas enquanto se manteve em aberto o cenário presidencial.
Se, por um lado, era preciso manter a pauta ideológica no radar para fidelizar o eleitorado bolsonarista, por outro, era necessário nacionalizar as “entregas” da gestão, mostrando o chefe do executivo paulista como um técnico antipetista.
Como foco 100% local, a parte ideológica perde a relevância.
A sua equipe, Tarcísio reclamou do desconhecimento dos paulistas sobre projetos como o Rodoanel, o “fim” da cracolândia” e a tabela SUS Paulista.
Disse, ainda, que faltavam “marcas e bandeiras” em uma gestão que, segundo ele, teria muito para mostrar.
A ideia até junho, quando começa a pré-campanha de fato, é reforçar a ação digital.
Na campanha em São Paulo, o debate ideológico com pautas como críticas ao STF, o impeachment de ministros, anistia e afins não seduz o eleitor médio que rejeita o PT.