Na manhã deste sábado (21), o advogado Gilberto Melo falou sobre o andamento do caso de Mayara Araújo Krupiniski Rodrigues. A vítima, de 31 anos, foi morta a facadas na noite de quarta-feira (18), no bairro Riviera. O companheiro, apontado como autor do crime, fugiu logo após o ocorrido.
O assistente de acusação da família falou sobre o mandado de prisão preventiva contra Daniel Rodrigues Pereira Krupiniski, de 24 anos. “Se você tiver qualquer tipo de informação, por favor, entre em contato pelo telefone 181 ou 190”, destacou.
Por meio de nota, o advogado comentou sobre a outra ordem de prisão que havia sido emitida anteriormente. “Antes da expedição deste mandado, a Justiça havia emitido outra ordem de prisão, em 19 de fevereiro, por descumprimento de medidas cautelares, pois o suspeito respondia por outros crimes e estava em liberdade com o uso de tornozeleira eletrônica, rompida na noite do assassinato de Mayara”.
O suspeito segue foragido.
NOTA DO ADVOGADO
“Por determinação do juiz Marcelo Carneval, da 1ª Vara Criminal de Cascavel, foi expedido, na noite de sexta-feira (20), mandado de prisão preventiva contra o suspeito do feminicídio de Mayara Araújo Krupiniski Rodrigues, crime registrado em 18 de fevereiro no jardim Riviera, em Cascavel. A ordem judicial foi emitida pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná e determina que o investigado seja localizado e recolhido ao sistema prisional, permanecendo à disposição do juízo.
Antes da expedição deste mandado, a Justiça havia emitido outra ordem de prisão, em 19 de fevereiro, por descumprimento de medidas cautelares, pois o suspeito respondia por outros crimes e estava em liberdade com o uso de tornozeleira eletrônica, rompida na noite do assassinato de Mayara.
A decisão tem como objetivo assegurar que o investigado possa permanecer preso caso se apresente ou seja capturado pelas autoridades, garantindo a efetividade da persecução penal mesmo após eventual situação de flagrante.
Até o momento, não há informações sobre o paradeiro do suspeito. A orientação é que qualquer informação que possa contribuir com a localização seja repassada de forma anônima pelos telefones 181 (Disque-Denúncia) ou 190 (Polícia Militar).
A assistência de acusação ressalta que a medida busca preservar a ordem pública, proteger a instrução processual e assegurar a aplicação da lei penal diante da gravidade dos fatos.”
VEJA MAIS SOBRE O CASO
Kariny Camilo sob a supervisão de Alexandra Oliveira | Catve.com
Fonte: PARANAGOV