Um menino de 9 anos morreu na madrugada desta terça-feira (3) após ingerir um alimento contaminado na casa em que morava no bairro Santo Agostinho, em Conselheiro Lafaiate, Minas Gerais.

A principal suspeita de ter o envenenado é a sua própria mãe, que também foi intoxicada e está internada no hospital da região.

Segundo a Polícia Militar, agentes foram chamados por uma adolescente de 14 anos, irmã da criança, que relatou que ele e sua mãe estavam passando mal. Militares chegaram a acionar o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas o menino teve parada cardiorrespiratória e teve o óbito constatado pela equipe médica. Já a mulher foi levada ao centro médico com quadro de possível intoxicação.

Na residência foram encontrados cartas, materiais e vestígios, bem como as amostras de alimentos que foram encaminhadas para perícias técnicas.

A Polícia Civil informou que também está realizando oitiva com testemunhas e demais pessoas para contribuir com os esclarecimentos do caso.

A mulher recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime de homicídio, mas não pode ser conduzida até a delegacia em razão de seu estado de saúde.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo



Source link

Últimas Notícias

plugins premium WordPress

MENU

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Julgamento de acusado por feminicídio que vitimou Gabrielle e seu pai começa no Fórum de Toledo

Caso Cão Orelha: MP cria força-tarefa para analisar 1000 horas de vídeo

Guerra pressiona petróleo e preços da Petrobras | Blogs | CNN Brasil

Prefeitura de Cascavel entrega 46 alvarás para fortalecer o comércio móvel

Setor público investe 0,13% do PIB em infraestrutura de transporte em 2025

Fifa lança o pôster oficial da Copa do Mundo de 2026; veja

Notícia Boa: podcast destaca como o Paraná virou referência nacional em Inteligência Artificial

Estupro coletivo em Copacabana: suspeito ficou em silêncio no depoimento

Polícia Civil investiga ameaça com faca nas proximidades de colégio em Ponta Grossa

Trump usa medida emergencial para acelerar produção de armas nos EUA