O conflito no Oriente Médio se agravou nesta terça-feira (3). Estados Unidos e Israel atingiram prédios históricos e locais associados à liderança dos aiatolás em Teerã, capital do Irã. Israel avançou sobre o Hezbollah no sul do Líbano.

O Irã, por sua vez, segue resistindo e busca compensar a desvantagem militar com uma arma menos visível, porém potencialmente devastadora: o impacto do conflito sobre a economia global. 

Nessa estratégia, drones e mísseis iranianos têm como alvos refinarias, campos de produção de gás natural, infraestruturas logísticas e embarcações que se arrisquem a cruzar o Estreito de Ormuz, corredor por onde transita quase um terço do petróleo e do gás natural consumido no mundo. 

A aposta de Teerã está clara: provocar um choque inflacionário global capaz de pressionar a Casa Branca a, ao menos, sentar-se à mesa de negociação.



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