Mais de 69 mil alunos iniciam ano letivo nas universidades estaduais; 16,9 mil são calouros

O ano letivo de 2026 começou segunda-feira (3) para a maioria dos estudantes de graduação das universidades estaduais do Paraná. Ao todo, as sete instituições da rede estadual de ensino superior contam com 69.681 alunos matriculados, número que corresponde à soma de 52.782 veteranos, que retornam às salas de aula, e 16.899 calouros, que iniciam agora a trajetória no ensino superior público. O retorno às aulas acontece de forma escalonada, seguindo um calendário acadêmico específico para cada universidade.

A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) foi a primeira a retomar as atividades, no dia 23 de fevereiro, com 5.016 veteranos e 1.984 calouros. Nesta semana, começaram as aulas na Universidade Estadual de Londrina (UEL), com 9.484 veteranos e 3.180 calouros; na Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), com 5 mil veteranos e 2 mil calouros; na Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), com 2.682 veteranos e 816 calouros; e na Universidade Estadual do Paraná (Unespar), com 6.500 veteranos e 3.519 calouros.

Nas próximas semanas, será a vez de duas universidades darem as boas-vindas aos estudantes. A Universidade Estadual de Maringá (UEM) inicia o semestre no dia 9 de março para 13.100 veteranos e 3.400 calouros. Já a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), com 11 mil veteranos e 2 mil calouros, começa o ano letivo em 16 de março.

Com um total de 438 cursos de graduação entre bacharelados, licenciaturas e tecnológicos, que contemplam diferentes áreas do conhecimento, as universidades estaduais marcam presença em 29 municípios, consolidando a capilaridade e a diversidade da formação acadêmica no interior paranaense. Os câmpus estão distribuídos em cidades como Londrina, na região Norte; Maringá e Paranavaí, no Noroeste; Ponta Grossa, nos Campos Gerais; Cascavel e Foz do Iguaçu, no Oeste; Guarapuava, no Centro-Sul; e Jacarezinho, no Norte Pioneiro.

As universidades são polos de pesquisa e extensão, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico e cultural das regiões onde estão inseridas. Além da relevância acadêmica, a movimentação do calendário letivo também impacta a economia desses municípios. O retorno desses milhares de estudantes às aulas impulsiona o comércio, o setor de serviços e até o mercado imobiliário, reafirmando a importância das instituições como vetores de desenvolvimento regional no Paraná.

Fonte: PARANAGOV

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