O presidente chileno, Gabriel Boric, fez seu último pronunciamento à nação nesta terça-feira (10), na véspera da posse do presidente eleito José Antonio Kast, na quarta-feira (11).

Boric admitiu erros durante seu mandato, incluindo a forma como o governo lidou com o escândalo de 2024 envolvendo o ex-subsecretário do Interior Manuel Monsalve, que foi preso após ser acusado de abusar sexualmente e estuprar uma funcionária.

Monsalve, que aguarda julgamento, defendeu sua inocência, segundo a imprensa chilena.

O presidente cessante também afirmou que a transição de poder para o novo gabinete seria “impecável”, apesar das tensões entre as duas equipes.

Na semana passada, Kast decidiu interromper as reuniões de transição de poder, alegando falta de transparência nas informações fornecidas pelo governo anterior.

Em particular, as tensões aumentaram devido a um projeto para a construção de um cabo submarino que ligaria Valparaíso a Hong Kong.

O líder de 40 anos chegou ao poder como o presidente mais jovem do Chile, após derrotar Kast em dezembro de 2021.

Boric, que ganhou destaque como líder estudantil em 2011 por exigir educação mais acessível, afirmou que seu governo daria continuidade às mudanças reivindicadas pelos chilenos durante o levante social de 2019.



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