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Com o debate iniciado hoje, o STF (Supremo Tribunal Federal) avança sobre um terreno sensível na relação entre os poderes: o tempo político do Congresso.

Ao determinar a prorrogação da CPMI do INSS, o ministro André Mendonça abre um debate que vai além da instalação de investigações e entra no campo mais delicado: até quando uma CPI deve funcionar? E quem define?

Para parte da Corte, a prorrogação não é automática. Depende de articulação política e, principalmente, da vontade da cúpula do Congresso.

Se o STF validar esse entendimento, o efeito é redistribuir poder dentro do próprio Legislativo: mais força para parlamentares, menos controle das presidências.

Se derrubar, o recado é outro: o Judiciário não interfere no relógio da política, e a palavra final sobre continua sendo do Congresso.

No pano de fundo, o julgamento reacende uma disputa clássica — e cada vez mais presente: onde termina um poder e começa o outro?



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