Com o debate iniciado hoje, o STF (Supremo Tribunal Federal) avança sobre um terreno sensível na relação entre os poderes: o tempo político do Congresso.

Ao determinar a prorrogação da CPMI do INSS, o ministro André Mendonça abre um debate que vai além da instalação de investigações e entra no campo mais delicado: até quando uma CPI deve funcionar? E quem define?

Para parte da Corte, a prorrogação não é automática. Depende de articulação política e, principalmente, da vontade da cúpula do Congresso.

Se o STF validar esse entendimento, o efeito é redistribuir poder dentro do próprio Legislativo: mais força para parlamentares, menos controle das presidências.

Se derrubar, o recado é outro: o Judiciário não interfere no relógio da política, e a palavra final sobre continua sendo do Congresso.

No pano de fundo, o julgamento reacende uma disputa clássica — e cada vez mais presente: onde termina um poder e começa o outro?



Source link

Últimas Notícias

plugins premium WordPress

MENU

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Argentina: BC comprou US$ 1,2 bilhão em março, sustentando alívio do peso

STF derruba decisão de Mendonça e barra prorrogação da CPMI do INSS

Esquema de crueldade contra animais é denunciado pelo MPF no Pará

PF apura se houve omissões do BC no caso Master | Blogs | CNN Brasil

Advogado da Unitom alerta sobre golpe com exames falsos e maquininhas adulteradas em Cascavel

Aplicação de recursos e avanços: Conselho Estadual aprova gestão da Saúde em 2025

EUA consideram enviar mais 10 mil soldados para o Oriente Médio, diz jornal

Furto de vírus na Unicamp: professora foi presa após investigação da PF

Acidente entre carretas bloqueia rodovia e causa transtornos na MS-276, entre Indápolis e Lagoa Bonita

Miami Open: Com Ronaldo na torcida, Sabalenka vence Rybakina e vai à final