Clube teve todos os pedidos negados e segue punido com a perda de 15 pontos na Taça FPF 2025; julgamento foi marcado por discussões acaloradas entre defesa e auditores

O FC Cascavel voltou a enfrentar um revés jurídico na noite desta quinta-feira (23). O Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR) negou o recurso do clube contra a perda de 15 pontos por escalação irregular e rejeitou também a Medida Inominada que buscava suspender a Taça FPF 2025 até o julgamento de todos os processos pendentes.

Durante a sessão, a situação ficou tensa após o auditor Mauro Borges afirmar que o jurídico do Cascavel estaria promovendo uma “chicana” — termo usado para descrever manobras que atrasam o andamento de processos. A declaração irritou o advogado do clube, Eduardo Vargas, que reagiu de forma veemente.

“Aqui nós respeitamos a todos. O senhor não pode nos ofender. Estamos em um Estado democrático de direito e exigimos respeito”, respondeu Vargas.

O auditor rebateu, afirmando que não houve ofensa e que o clube estaria tentando “atravessar o código” ao acionar o TJD-PR e o STJD simultaneamente. Diante do clima acalorado, o presidente do tribunal, José Eduardo Quintas de Mello, precisou intervir, ameaçando suspender a sessão caso o embate continuasse.

No mérito, o auditor relator Miguel Angelo Rasbold indeferiu a Medida Inominada por entender que não foram apresentadas provas suficientes e que os fatos alegados não eram notórios. O voto foi seguido por unanimidade: 6 a 0.

O recurso referente à perda dos 15 pontos também foi mantido pelo Pleno do tribunal, igualmente por unanimidade, consolidando a punição aplicada pela Segunda Comissão Disciplinar.

Além do Cascavel, o Grêmio Maringá, que havia perdido 13 pontos e foi eliminado da Terceira Divisão do Paranaense por escalação irregular, também teve o recurso negado. A decisão confirmou o retorno do Oeste Brasil à competição.

Com isso, o FC Cascavel encerra uma sequência de derrotas jurídicas, sem nenhuma vitória nas tentativas de reverter penalidades.
O clube perdeu 15 pontos, teve recursos rejeitados no TJD-PR e no STJD, e ainda fracassou no pedido de exclusão do Batel em caso de injúria racial — este último, ainda passível de recurso ao STJD.

📍 Fonte: CGN / O Bemdito


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