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PRF e ICMBio realizam fiscalização conjunta no Parque Nacional do Iguaçu

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF), em conjunto com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), realizou operação de fiscalização de trânsito no interior do Parque Nacional do Iguaçu, com foco na segurança viária e na mitigação de impactos ambientais causados pela circulação de veículos.

Entre janeiro e março deste ano, 44.343 veículos ingressaram no Parque Nacional do Iguaçu, evidenciando o elevado fluxo de circulação no interior da unidade de conservação e a necessidade de ações permanentes de controle e fiscalização.

A iniciativa atende a demanda do Ministério Público Federal, com o objetivo de reduzir os impactos ambientais decorrentes do tráfego de veículos no parque, especialmente sobre a fauna local. Dados de monitoramento indicam aumento significativo de atropelamentos ao longo dos últimos anos, com registros que passaram de 91 animais em 2021 para 284 em 2024. Em 2026, somente até o mês de março, já foram contabilizados 24 animais atropelados.

Em um levantamento recente, mais minucioso, realizado a pé e considerando animais de pequeno porte entre aves, anfíbios, mamíferos, répteis e gastrópodes, foi constatada uma realidade ainda mais alarmante. Nos primeiros meses do ano, foram registrados 650 atropelamentos em janeiro, 463 em fevereiro e 470 em março, sendo os anfíbios o grupo mais afetado.

A operação contemplou a fiscalização de diferentes categorias de veículos autorizados a trafegar no parque, incluindo ônibus, veículos de turismo, prestadores de serviço e fornecedores. O principal foco foi o controle de velocidade, com utilização de radar, além da verificação de tacógrafos e dos dispositivos de monitoramento por GPS disponibilizados aos condutores que acessam a unidade de conservação.

Durante a ação, a PRF também realizou fiscalização geral de trânsito, com ênfase no cumprimento das exigências legais para o transporte de passageiros, visando garantir a segurança dos usuários e a conformidade com a legislação vigente.

É importante destacar que, no imaginário popular, os atropelamentos no interior do parque costumam ser associados apenas a animais de médio e grande porte, como onças. Contudo, todo animal atropelado pode gerar desequilíbrio ao ecossistema local. Em muitos casos, o condutor sequer percebe que atingiu um animal de pequeno porte durante o deslocamento.

Diante desse cenário, o controle de velocidade e a fiscalização contínua são medidas essenciais para a preservação da fauna e para a redução de sinistros no interior do Parque Nacional do Iguaçu.

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Fonte: PARANAGOV

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