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Força-tarefa contra escorpiões mantém mobilização e leva orientação às escolas

A força-tarefa de combate aos escorpiões, iniciada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), segue mobilizando as equipes municipais de Vigilância Sanitária e Epidemiológica em diversas regiões do Paraná.

Nesta semana, no Norte Pioneiro, na 19ª Regional de Jacarezinho, profissionais de saúde realizaram uma ação educativa em unidades de ensino de São José da Boa Vista, Figueira e Jaboti. Os alunos receberam orientações sobre os perigos e os cuidados necessários para evitar acidentes com escorpiões, aprenderam como identificar o animal e até puderam observar exemplares de forma segura, apresentados pelos técnicos.

O trabalho conjunto tem como objetivo reduzir os riscos de acidentes e óbitos provocados por animais peçonhentos, reforçando a importância da prevenção e do cuidado junto à população.

Como parte da estratégia, a Sesa enviou materiais informativos e panfletos educativos aos municípios, orientando sobre os principais cuidados para evitar a presença de escorpiões em ambientes domésticos e escolares. As equipes locais estão utilizando esse conteúdo em ações diretas com a população, em visitas domiciliares e também em atividades educativas nas escolas, ampliando o alcance das informações.

“A força-tarefa reforça o compromisso do Estado em apoiar os municípios com informação, material técnico e orientação contínua. O enfrentamento aos acidentes com escorpiões começa com educação e prevenção”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Segundo a bióloga da Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações da Sesa, Juliana Cequinel, a educação é uma ferramenta eficaz no enfrentamento aos acidentes com animais peçonhentos. A proposta é que o conhecimento chegue às famílias por meio das crianças, multiplicando a conscientização sobre limpeza dos quintais, uso de calçados, vedação de ralos e cuidados ao manusear entulhos ou materiais de construção.

“As ações educativas são fundamentais para fortalecer o comportamento preventivo e reduzir o número de ocorrências. Quando a comunidade entende o risco e adota medidas simples, os resultados aparecem”, observou.

A força-tarefa permanece ativa com apoio técnico do Estado, que mantém a monitorização dos casos via Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), o acompanhamento das notificações e a orientação contínua das equipes municipais para o controle e manejo seguro desses animais.

Fonte: Portal 24H

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