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O Senado deve instalar nesta terça-feira (4) a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o Crime Organizado. A primeira reunião do colegiado está agendada às 11h, quando devem ser eleitos presidente, vice e o relator.

Proposta pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), a comissão terá 120 dias para investigar, especialmente, o crescimento das facções e milícias. Dois dias após a operação policial que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou a instalação da CPI — que teve o requerimento lido em Plenário em junho.

O objetivo do colegiado será apurar a estruturação, a expansão e o funcionamento de organizações, com foco na atuação de milícias e facções, como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho).

Segundo o autor do requerimento de investigação, o avanço do crime organizado ocorre em razão do “abandono do poder público”. “Essa tragédia tem solução. Não é pauta eleitoreira, é urgência nacional”, escreveu o senador Alessandro Vieira em suas redes sociais.

Onze senadores integrarão a CPI, que terá R$ 30 mil para desembolsar em suas investigações. Ainda não há acordo, no entanto, sobre o senador que vai presidir o colegiado.

Senador mais antigo indicado para a CPI, Otto Alencar (PSD-BA), de 78 anos, vai conduzir a sessão de instalação da comissão.

De acordo com o regimento do Senado, o presidente e o vice-presidente de uma CPI devem ser eleitos pelo colegiado. Uma vez eleito, o presidente designa um integrante para ser o relator.

Os senadores Fabiano Contarato (PT-ES) e Jaques Wagner (PT-BA) são cotados para a presidência do colegiado, e defendidos como nomes que teriam respeito e capacidade de diálogo com a oposição.

Na oposição, o nome de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também é cotado. Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Flávio comanda a Comissão de Segurança Pública do Senado. Sergio Moro (União-PR) seria outra opção, mas o senador está focado na CPMI do INSS.

A CNN Brasil apurou que quanto ao nome do relator, já há consenso em torno do nome do autor do pedido de investigação, Alessandro Vieira.

Geralmente, essas definições se dão por acordo, mas há casos, como o da CPMI do INSS, em que as negociações não foram suficientes e os nomes acabaram definidos pela ala que detém maioria na comissão.



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