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O novo ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), instituiu nesta segunda-feira (10) o programa “Governo na Rua”, visando um diálogo direto com a população para aprofundar a participação social na elaboração de políticas públicas.

O programa foi publicado em portaria no DOU (Diário Oficial da União). Segundo o texto, o objetivo é estudar, diagnosticar e propor projetos de atuação para maior efetividade da política de participação social, por meio da atuação direta nos territórios brasileiros.

O “Governo na Rua” será executado em quatro dimensões:

  • Diagnosticar a situação da implementação de políticas federais de participação social e identificar os problemas relatados pela população;
  • Elaborar modelos alternativos de gestão para superar “entraves” da burocracia;
  • Definir estratégias de participação social para uso em diferentes níveis da federação (União, estados, Distrito Federal e municípios); e
  • Articular a participação social envolvendo as políticas públicas do governo federal nos territórios.

Para a primeira fase do programa, a Secretaria Geral da Presidência instituiu um GT (Grupo de Trabalho) para fazer o estudo, o diagnóstico e o desenho do “Governo na Rua”.

Caberá ao grupo elaborar um diagnóstico dos problemas; analisar como as políticas públicas estão sendo implementadas; propor orientações para o funcionamento dos mecanismos de participação social; e definir indicadores, metas de monitoramento e avaliação e os recursos necessários para os projetos.

Ao final, o GT deverá propor um ato normativo para a execução e a institucionalização do programa. Segundo a portaria, será uma política permanente da Secretaria Geral da Presidência.

Desde que foi indicado como ministro, Boulos vem dizendo que recebeu como “missão” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ajudar a colocar o governo na rua. “Rodar todos os cantos desse país, ouvir as pessoas, conversar olho no olho, ter a humildade de ouvir críticas e, ao mesmo tempo, apresentar o que o nosso governo tem feito pelo povo brasileiro, pela maioria do nosso povo”, declarou em seu discurso de posse.

Disse ainda que pretendia fazer uma agenda de viagens pelo país para “apresentar as realizações e as pautas do governo federal”.

Conforme mostrou a CNN Brasil, a indicação de Boulos sinaliza que o governo está começando os preparativos para as eleições de 2026, mirando o quarto mandato de Lula. O objetivo de colocar o deputado federal para chefiar a pasta é justamente “organizar a base rumo à campanha” e estabelecer uma ponte entre a atuação governamental e a mobilização da militância.



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