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Belém, capital do Pará, é sede oficial da COP30, conferência climática que deve atrair entre 50 e 60 mil pessoas à capital paraense. Em entrevista aos apresentadores Tainá Falcão e Gustavo Uribe, do Bastidores CNN, Celso Sabino, ministro do Turismo, apontou a cidade demonstrou avanços significativos em sua infraestrutura para receber o evento, com todas as obras planejadas concluídas até o momento.

O ministro destaca que o turismo no Brasil tem apresentado crescimento expressivo, com aeroportos e terminais rodoviários registrando números recordes de passageiros. No caso específico de Belém, o Aeroporto Internacional bateu recorde em 2023, com mais de 4,1 milhões de passageiros.

Infraestrutura e hospedagem

A questão da hospedagem, inicialmente apontada como um possível problema, foi solucionada. “Temos diárias a partir de R$ 100, indo a hotéis cinco estrelas com diárias de R$ 3 mil […] A cidade está com uma infraestrutura incrível e temos leitos suficientes para receber a todos. Esperamos receber em torno de 50 a 60 mil pessoas durante toda a COP, mas, não no mesmo dia, vai ter um rodízio muito grande de participantes”. apontou o ministro: “Desde o anúncio dessa COP, foi questionada a infraestrutura, assunto que foi totalmente superado”.

Além disso, o Ministério do Turismo implementou 11 centros de informação, chamados “infozones”, para auxiliar visitantes com orientações em diversos idiomas.

Inovação em transporte sustentável

Como parte das iniciativas sustentáveis, foi apresentado um projeto pioneiro de transporte fluvial movido a hidrogênio. O barco, desenvolvido com tecnologia brasileira em parceria com o Parque Tecnológico de Itaipu, terá capacidade de transformar a água do rio em hidrogênio para sua própria propulsão.

Preservação e desenvolvimento

A preservação das florestas tropicais está diretamente ligada ao desenvolvimento do turismo sustentável na região. “Os países em desenvolvimento que ainda preservam suas florestas nativas precisam serem compensados para que essas florestas permaneçam vivas e preservadas para as futuras gerações”, afirma Sabino: “Não tem como manter a floresta viva, os mananciais de água limpos sem que as pessoas que vivem nessas regiões tenham para si garantidas perspectivas de desenvolvimento econômico e social”.

O objetivo é garantir que as populações que vivem nas áreas florestais possam se desenvolver economicamente enquanto mantêm a floresta preservada, utilizando meios de hospedagem que respeitem o tratamento adequado de resíduos e utilizem energias renováveis.



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