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Um ataque com drones da Rússia na região de Odessa, no sul da Ucrânia, danificou infraestruturas de energia e transporte, ferindo uma pessoa e provocando incêndios em diversas instalações de energia, informou o governador da região nesta terça-feira (11).

O ataque feriu uma pessoa, provocou incêndios e danificou um depósito da empresa estatal Ferrovias Ucranianas, segundo autoridades locais.

“A infraestrutura crítica da região está operando com geradores e centros de emergência foram abertos”, declarou o governador Oleh Kiper.

O Serviço Estatal de Emergência ucraniano divulgou um vídeo mostrando bombeiros combatendo um incêndio. A agência de notícias Reuters não conseguiu verificar de forma independente o local ou a data em que o vídeo foi gravado.

Desde o início da invasão russa, há quase quatro anos, Moscou tem priorizado ataques ao setor de energia, à medida que a demanda por aquecimento aumenta.

Os frequentes ataques russos à infraestrutura energética causam déficit de energia e forçam as autoridades a implementar apagões rotativos.

A Rússia lançou uma série de drones e mísseis em ataques noturnos contra a Ucrânia, visando subestações que abastecem duas usinas nucleares e matando sete pessoas, disseram autoridades ucranianas no sábado (8).

Entenda a guerra na Ucrânia

A Rússia iniciou a invasão em larga escala da Ucrânia em fevereiro de 2022 e detém atualmente cerca de um quinto do território do país vizinho.

Ainda em 2022, o presidente russo, Vladimir Putin, decretou a anexação de quatro regiões ucranianas: Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia.

Os russos avançam lentamente pelo leste e Moscou não dá sinais de abandonar seus principais objetivos de guerra. Enquanto isso, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, pressiona por um acordo de paz.

A Ucrânia tem realizado ataques cada vez mais ousados dentro da Rússia e diz que as operações visam destruir infraestrutura essencial do Exército russo.

O governo de Putin, por sua vez, intensificou os ataques aéreos, incluindo ofensivas com drones.

Os dois lados negam ter como alvo civis, mas milhares morreram no conflito, a grande maioria deles ucranianos.

Acredita-se também que milhares de soldados morreram na linha de frente, mas nenhum dos lados divulga números de baixas militares.

Os Estados Unidos afirmam que 1,2 milhão de pessoas ficaram feridas ou mortas na guerra.



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