O Ministério Público do Paraná (MPPR) apresentou denúncia criminal contra um homem que exercia a função de padre, acusado de importunar sexualmente uma mulher de 20 anos dentro de uma igreja localizada na Ilha dos Valadares, em Paranaguá, no litoral do estado. O crime ocorreu em 11 de fevereiro de 2022, e a denúncia foi aceita pela Justiça nesta segunda-feira (20 de outubro), conforme informou a 3ª Promotoria de Justiça de Paranaguá. Segundo as investigações, o acusado — um pároco de nacionalidade indiana, com 43 anos na época do fato — aproveitou-se da posição de respeito e confiança que mantinha entre os fiéis para cometer o abuso durante um momento de oração. De acordo com o MP, ele orientou os presentes a fecharem os olhos e, nesse instante, tocou a vítima de forma indevida, tentando evitar que os pais da jovem percebessem o ato. A promotora de Justiça Simone Berci Francolin destacou que o caso evidencia o uso da autoridade religiosa para a prática do crime, reforçando a gravidade da conduta. O Ministério Público pede, além da condenação criminal, que o réu seja obrigado a indenizar a vítima em pelo menos R$ 20 mil pelos danos morais sofridos. O MPPR também informou que outras possíveis vítimas de situações semelhantes podem procurar a 3ª Promotoria de Justiça de Paranaguá, pelo telefone (41) 3422-8620 ou pelo e-mail paranagua.3prom@mppr.mp.br.

Padre é denunciado por importunação sexual a jovem em igreja de Paranaguá

O Ministério Público do Paraná (MPPR) apresentou denúncia criminal contra um homem que exercia a função de padre, acusado de importunar sexualmente uma mulher de 20 anos dentro de uma igreja localizada na Ilha dos Valadares, em Paranaguá, no litoral do estado. O crime ocorreu em 11 de fevereiro de 2022, e a denúncia foi aceita pela Justiça nesta segunda-feira (20 de outubro), conforme informou a 3ª Promotoria de Justiça de Paranaguá.

Segundo as investigações, o acusado — um pároco de nacionalidade indiana, com 43 anos na época do fato — aproveitou-se da posição de respeito e confiança que mantinha entre os fiéis para cometer o abuso durante um momento de oração. De acordo com o MP, ele orientou os presentes a fecharem os olhos e, nesse instante, tocou a vítima de forma indevida, tentando evitar que os pais da jovem percebessem o ato.

A promotora de Justiça Simone Berci Francolin destacou que o caso evidencia o uso da autoridade religiosa para a prática do crime, reforçando a gravidade da conduta. O Ministério Público pede, além da condenação criminal, que o réu seja obrigado a indenizar a vítima em pelo menos R$ 20 mil pelos danos morais sofridos.

O MPPR também informou que outras possíveis vítimas de situações semelhantes podem procurar a 3ª Promotoria de Justiça de Paranaguá, pelo telefone (41) 3422-8620 ou pelo e-mail paranagua.3prom@mppr.mp.br.

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