O governo da Índia confirmou nesta quarta-feira (12) que está tratando a explosão de um carro que matou oito pessoas e feriu pelo menos outras 20 em Délhi como uma ação terrorista e prometeu levar os responsáveis ​​à justiça o mais rápido possível.

Anteriormente, três fontes familiarizadas com a investigação disseram que a polícia estava verificando se havia alguma ligação entre a explosão e a prisão anterior de um grupo de sete homens da instável região da Caxemira, que possuíam armas e material para fabricação de bombas.

A explosão ocorrida na noite de segunda-feira (10) nos arredores do histórico Forte Vermelho de Délhi foi a primeira desse tipo na cidade fortemente protegida, com mais de 30 milhões de habitantes, desde 2011.

As autoridades indianas estão investigando a explosão sob uma rigorosa lei antiterrorista e afirmaram que todas as hipóteses estão sendo apuradas.

Elas não divulgaram nomes nem efetuaram prisões em conexão com a explosão.

 

Em uma resolução adotada nesta quarta-feira (12), o gabinete do primeiro-ministro Narendra Modi afirmou:

“O país testemunhou um hediondo incidente terrorista, perpetrado por forças antinacionais, através da explosão de um carro .”

“O Gabinete determina que a investigação do incidente seja conduzida com a máxima urgência e profissionalismo, para que os autores, seus colaboradores e seus financiadores sejam identificados e levados à justiça sem demora,” acrescentou.

 



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