Bielorrussa de nascença e criação, Aryna Sabalenka tem se sentido cada vez mais brasileira no Miami Open, torneio WTA 1000 no qual garantiu vaga na semifinal, nesta quarta-feira (25), após vencer a norte-americana Hailey Baptiste. Até máscaras com o rosto da tenista pintado de verde e amarelo são vistas nas arquibancadas.

Na quinta (26), quando voltar à quadra do Hard Rock Stadium usando seu anel de noivado para enfrentar a cazaque Elena Rybakina, reeditando a final de Indian Wells de duas semanas atrás, ela sabe que terá um público brasileiro numeroso e caloroso ao seu lado.

Perguntada pela CNN Brasil na coletiva de imprensa se tem se sentido mais brasileira em Miami diante do apoio reforçado, após as eliminações precoces de João Fonseca e Beatriz Haddad Maia, Sabalenka gargalhou e confirmou.

Com certeza! O apoio que eu tenho recebido dos brasileiros me faz sentir, no estádio, que eu sou brasileira (risos). Para ser honesta, eu realmente me divirto com isso

Aryna Sabalenka, número 1 do ranking da WTA

“Quando há brasileiros ao seu lado, há um apoio que ninguém mais dá. Eu gosto muito. Muito obrigada!”, agradeceu, em português, a melhor jogadora do mundo na atualidade, usando “muito”, uma nova palavra que aprendeu em Miami.

Sabalenka é noiva de empresário brasileiro

Caso você esteja perdido na conexão entre a tenista bielorrussa e o Brasil, fica um rápido resumo: Sabalenka é, desde o começo de março, noiva do empresário brasileiro Georgios Frangulis, também conhecido como “Grego”.

Corintiano, ele é um dos investidores do Le Mans FC, clube de futebol francês, mas se tornou mais conhecido por ser fundador e CEO da Oakberry, marca especializada em açaí e produtos saudáveis que tem mais de 900 franquias em todos os continentes.

Sabalenka e Frangulis namoram desde 2024. O brasileiro, inclusive, acompanha a tenista pelos principais torneios do circuito.

Sabalenka x Rybakina virou clássico do tênis

Em outro momento da coletiva, Sabalenka conheceu também uma famosa expressão do vocabulário futebolístico brasileiro: “clássico é clássico e vice-versa”. Afinal, o confronto com Rybakina, número 2 da WTA, se tornou uma grande rivalidade recente no tênis feminino.

De novembro para cá, elas já se enfrentaram em três finais: do WTA Finals, do Australian Open e de Indian Wells. Rybakina ganhou as duas primeiras, e Sabalenka ficou com o título mais recente (e inédito para ela).

“É verdade (a comparação com clássicos de futebol). São jogadoras de alto nível, e o que define são os momentos-chave. Você precisa se manter forte, seguir acreditando e ir para cima, basicamente tentando o seu máximo”, afirmou.

Apesar do histórico recente ser favorável a Rybakina, Sabalenka leva a melhor no confronto como um todo, mas por pouco: ela tem 9 vitórias e 7 derrotas em 16 partidas contra a cazaque.

Sabalenka preferia enfrentar a rival na final

O confronto, agora pela semifinal do Miami Open, vai fechar a quadra principal no Hard Rock Stadium, nesta quinta, por volta das 22h (de Brasília). E Sabalenka não nega que preferia enfrentar a rival valendo o título.

“Eu acho que é nas finais que toda a atenção está. As pessoas gostam muito de nos ver jogando e sinto que é mais empolgante enfrentá-la na decisão, porque é o empurrão final”, justificou.

A grande decisão do WTA 1000 de Miami será no próximo sábado (28). A outra semifinal, também nesta quinta, tem a norte-americana Coco Gauff e a tcheca Karolina Muchová.

* Luccas Oliveira viajou a convite do Itaú Unibanco

 



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