O decano do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, barrou, nesta sexta-feira (27), a quebra de sigilo de uma empresa que pertence ao ministro Dias Toffoli e aos irmãos dele. A companhia teria recebido dinheiro de um fundo ligado ao Banco Master. 

A decisão concentra boa parte de todos os problemas que levaram a Corte à mais grave crise de imagem de sua história.

É monocrática, é dada por um ministro que, segundo juristas, não tem competência sobre o caso e é feita dentro de um processo antigo que já se encaminhava para o arquivamento. 

É o que no jargão se chama de “chicana jurídica”, cujo efeito é afundar ainda mais o Supremo. 

No entanto, isso não importa, porque para o STF, a blindagem parece valer mais do que a reputação. 



Source link

Últimas Notícias

plugins premium WordPress

MENU

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Trump: Decisão da Suprema Corte sobre tarifas pode restituir bilhões

Futebol feminino: Brasil goleia Costa Rica em amistoso

Viaje Paraná: empresários comemoram negócios fechados em feira em Portugal

ROTAM apreende 73kg de capulho na BR-163

Adilsinho pode ser transferido para presídio federal após pedido da PF

Guarapuava e Irati registram apreensão de mais de 2 mil medicamentos para emagrecimento em menos de 12 horas

Entenda a decisão de Gilmar Mendes sobre empresa da família de Toffoli

Senado da Argentina aprova reforma trabalhista de Milei

Forças de segurança prendem quatro pessoas em ação contra grupo de furtos de veículos

Homem teria atirado em desafeto, diz PM sobre mulher baleada em Cascavel