Passadas 48 horas da ofensiva americana para pôr fim ao regime dos aiatolás, o presidente Donald Trump ainda não admitiu que o que deveria ser uma solução imediata e cirúrgica virou uma guerra sem precedentes e sem prazo para acabar.
Forças iranianas e aliados seguem o revide e os ataques ameaçam todo o Oriente Médio. A calculadora de mortos, de vários lados, não para. A morte de Ali Khamenei ameaça a economia global e é vista como a faísca que pode acirrar outros conflitos: Rússia e Ucrânia, China e Taiwan, Estados Unidos e Groenlândia.
Mas a economia é o foco da preocupação. Com o fechamento da rota principal de petróleo no mundo, o Estreito de Ormuz, dependentes do petróleo que passa pelo corredor, os chineses foram bombardeados sem nem mesmo serem alvos do confronto e podem responder.
Trump decidiu sozinho que queria acabar com o regime iraniano e colocou o mundo inteiro na rota da imprevisibilidade.