Vídeos mostram o momento em que Alice Maciel Lacerda Lisboa — uma criança autista não verbal de quatro anos — foi encontrada com vida, neste sábado (31), após ficar três dias desaparecida. A menina havia sido vista pela última vez no distrito de Bituri, na Zona Rural de Jeceaba (MG).

Veja:

Um homem identificado como Guilherme — que auxiliou no resgate de Alice — contou que estava junto de dois amigos no momento em que ela foi encontrada. Ao tentar contato com um deles, ele acabou escutando um grito.

“Eu pedi ao Vandinho para assobiar, para o Sandrin ver onde que a gente estava, porque ele não estava achando a gente. Aí ele foi e assobiou. Logo que ele assobiou, a gente escutou um grito. Aí eu fui e falei assim: ‘Isso não é o Sandrin assobiando de volta não, isso é alguém… ou é um bicho ou é alguém gritando’.”

Guilherme, homem que ajudou no resgate de Alice

De acordo com Guilherme, ao se aproximarem da região da mata onde ela estava, ele pediu para o amigo assobiar novamente e assim que escutaram o grito em resposta, eles começaram a se deslocar em direção ao som.

“Chegando lá perto, ela se escondeu, abaixou no mato, mas aí a gente conseguiu chegar, ficamos perto dela sem assustar. Ela continuou gritando e em certo momento ela se levantou. No momento que ela se levantou, a gente foi se aproximando calmamente e aí o Sandrin deu os braços para ela.”

Guilherme, homem que ajudou no resgate de Alice

Logo após encontrarem Alice, os voluntários foram até uma estrada próxima do local, onde estavam os bombeiros, a polícia e a avó da criança, que pegou a menina dos braços de Guilherme assim que a viu.

Segundo informações dos Bombeiros, as buscas estavam no 3° dia e mobilizaram mais de 100 pessoas e 12 equipes.

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais informou que Alice foi encontrada consciente, sem sinais visíveis de hipotermia ou desidratação, sendo encaminhada ao Hospital Queluz, em Conselheiro Lafaiete, sob acompanhamento das autoridades competentes.

De acordo com a apuração da Itatiaia, Alice passava uma temporada na casa da avó quando foi comunicado o seu desaparecimento na tarde de quinta. A avó relatou estar em uma ligação telefônica no momento do sumiço e que acreditava que ela havia ido nadar.

Karine Maciel, mãe de Alice, afirmou que no dia do desaparecimento, a filha vestia trajes de banho e que ela tem o costume de brincar na piscina do sítio da avó com certa frequência.

A mãe contou ainda que, por ser autista não verbal, a filha fica “muito estressada” em locais desconhecidos e, principalmente, quando fica sem medicação.



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