Aproximadamente 200 soldados americanos ficaram feridos em sete países diferentes durante a campanha militar em curso contra o Irã, de acordo com o porta-voz do Comando Central dos EUA, Timothy Hawkins.

A grande maioria desses ferimentos, segundo Hawkins, foi leve e mais de 180 militares americanos já retornaram ao serviço.

A atualização eleva o total de 140 soldados americanos que o Pentágono havia informado que ficaram feridos até 10 de março. Naquela época, a agência disse que oito desses ferimentos eram graves.

Um oficial americano disse anteriormente à CNN que os militares considerados gravemente feridos incluem casos significativos em que a morte é possível ou iminente. Treze militares americanos morreram em combate até o momento.

Não é incomum que o número de feridos flutue ou aumente com o tempo, já que os militares podem não procurar atendimento médico imediatamente após um incidente, dependendo da gravidade.

O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel estão em guerra com o Irã. O conflito teve início no dia 28 de fevereiro, quando um ataque coordenado entre os dois países matou o líder supremo do país, Ali Khamenei, em Teerã.

Diversas autoridades do alto escalão do regime iraniano também foram mortas. Além disso, os EUA alegam terem destruído dezenas de navios do país, assim como sistemas de defesa aérea, aviões e outros alvos militares.

Em retaliação, o regime dos aiatolás fez ataques contra diversos países da região, como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã.  As autoridades iranianas dizem que têm como alvo apenas interesses dos Estados Unidos e Israel nessas nações.

Mais de 1.200 civis morreram no Irã desde o início da guerra, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, que tem sede nos EUA. A Casa Branca, por sua vez, registrou ao menos sete mortes de soldados americanos em relação direta aos ataques iranianos.

O conflito também se expandiu para o Líbano. O Hezbollah, um grupo armado apoiado pelo Irã, atacou o território israelense em retaliação à morte de Ali Khamenei. Com isso, Israel tem realizado ofensivas aéreas contra o que diz ser alvos do Hezbollah no país vizinho. Centenas de pessoas morreram no território libanês desde então.

Com a morte de grande parte de sua liderança, um conselho do Irã elegeu um novo líder supremo: Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei. Especialistas apontam que ele não fará mudanças estruturais e representa continuidade da repressão.

Donald Trump mostrou descontentamento com essa escolha, classificando como um “grande erro”. Ele havia dito que precisaria estar envolvido no processo e pontuou que Mojtaba seria “inaceitável” para a liderança do Irã.



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