A gigante de transporte marítimo Maersk afirmou que é possível manter linhas de abastecimento de alimentos e medicamentos por meio de rotas terrestres alternativas na região do Golfo, apesar da guerra, de acordo com o diretor regional da empresa à Reuters nesta quinta-feira (26).

A guerra, que começou com os ataques dos EUA e de Israel contra o Irã no final do mês passado, seguidos por ataques iranianos em toda a região e o fechamento quase completo do Estreito de Ormuz, praticamente paralisou o transporte marítimo na região do Golfo, afetando as cadeias de suprimentos globais.

O grupo dinamarquês de transporte de contêineres A.P. Moller-Maersk está utilizando um sistema de “ponte terrestre”, envolvendo portos como Jeddah, na Arábia Saudita, Salalah e Sohar, em Omã, e Khor Fakkan, nos Emirados Árabes Unidos, para receber cargas antes de transportá-las por terra para destinos em toda a região do Golfo.

Charles van der Steene, diretor administrativo regional para o Oriente Médio, com sede em Dubai, disse em entrevista que a Maersk está ampliando a rede e coordenando com os governos de todo o Golfo, que introduziram procedimentos mais rápidos para acelerar as entregas.

Embora a prioridade seja o transporte de bens essenciais, como alimentos e medicamentos, ainda há capacidade disponível nessas rotas alternativas, acrescentou ele.

O presidente do Conselho da Maersk declarou na quarta-feira (25) que a região do Oriente Médio tem uma “necessidade urgente” de importações de alimentos, que foram interrompidas pela guerra. Os países do Conselho de Cooperação do Golfo importam até 85% de seus alimentos, segundo o Fórum Econômico Mundial.



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