A Caixa Econômica Federal informou que começa a operar na próxima quarta-feira (22) as novas condições do MCMV (Minha Casa, Minha Vida), com ampliação dos limites de renda familiar e dos valores máximos dos imóveis financiáveis.
A principal alteração é a expansão do programa para famílias com renda mensal de até R$ 13 mil, ante o limite anterior de R$ 12 mil, incluindo de forma mais ampla a classe média.
Os tetos dos imóveis financiáveis também subiram: na Faixa 3, o valor máximo passa de R$ 350 mil para R$ 400 mil, e na faixa Classe Média, de R$ 500 mil para R$ 600 mil. As Faixas 1 e 2 seguem com limite de R$ 275 mil, definido por porte de município.
As mudanças também permitem o reenquadramento de famílias em faixas com condições mais vantajosas. Famílias com renda em torno de R$ 3 mil, antes enquadradas na Faixa 2, passam a acessar as condições da Faixa 1, com redução de pelo menos 0,25 ponto percentual na taxa mínima de juros, o que diminui o custo total do financiamento ao longo do contrato.
“Com a atualização do programa, podemos expandir o conjunto de imóveis passíveis de financiamento. Isso significa mais alternativas para quem busca conquistar a casa própria. Ao mesmo tempo, o programa preserva seu caráter social, mantendo condições diferenciadas de financiamento, com taxas de juros e prazos favoráveis para as famílias de menor renda”, afirmou Carlos Vieira, presidente da Caixa.
Para Inês Magalhães, vice-presidente de Habitação da Caixa, as mudanças atualizam o programa à realidade atual.
“A atualização das regras do Minha Casa, Minha Vida permite que o programa acompanhe a realidade atual das famílias brasileiras e do mercado imobiliário. Com isso, ampliamos o acesso à moradia e fortalecemos uma política pública essencial para reduzir o déficit habitacional e promover inclusão social”, afirmou.
As simulações já estão disponíveis no site da Caixa e no aplicativo Habitação Caixa, sem custo e sem geração de compromisso, permitindo ao interessado avaliar as condições antes de iniciar a contratação.