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Saúde orienta população para onda de frio e reforça importância da vacinação contra a gripe

A Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) alerta a população para a chegada de uma onda de frio que provocará queda acentuada das temperaturas em todo o Estado nos próximos dias. De acordo com as previsões meteorológicas, as mínimas poderão ficar abaixo dos 10°C em grande parte das regiões paranaenses, enquanto as máximas permanecerão reduzidas por vários dias consecutivos, caracterizando um episódio de frio rigoroso, aumentando o desconforto térmico.

“O frio intenso aumenta o risco de complicações respiratórias e cardiovasculares. Por isso, reforçamos o chamado para que a população mantenha a vacinação em dia e adote medidas preventivas. Ao mesmo tempo, seguimos monitorando o cenário climático e fortalecendo a capacidade de resposta do sistema de saúde”, afirma o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

A Sesa reforça a importância da vacinação contra a influenza e a Covid-19, além da adoção de medidas preventivas para reduzir o risco de agravamento de doenças típicas do inverno, como pneumonias, bronquites, crises asmáticas e outras infecções respiratórias.

Até o momento, o Paraná já aplicou 2.266.072 doses da vacina contra a gripe. A imunização é especialmente recomendada para os grupos prioritários, como crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos e gestantes, que apresentam maior risco de desenvolver complicações decorrentes da doença.

Confira as principais orientações:

– Manter a vacinação contra influenza e Covid-19 atualizada, principalmente entre idosos, crianças, gestantes e pessoas com comorbidades;

– Utilizar roupas adequadas para proteger o corpo do frio, incluindo casacos, gorros, cachecóis e cobertores durante o período de descanso;

– Manter boa hidratação e alimentação equilibrada, mesmo com a redução da sensação de sede;

– Priorizar bebidas quentes e refeições como sopas e caldos para auxiliar na manutenção da temperatura corporal;

– Evitar o consumo excessivo de álcool, que pode aumentar o risco de hipotermia;

– Manter o acompanhamento regular de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e respiratórias;

– Higienizar frequentemente as mãos e adotar etiqueta respiratória para reduzir a transmissão de vírus;

– Procurar atendimento médico diante de sintomas como dificuldade para respirar, confusão mental, dor no peito, febre persistente ou sinais de hipotermia, como tremores intensos, sonolência excessiva e fala arrastada.

Fonte: PARANAGOV

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