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Os Estados Unidos e o Reino Unido retiraram as sanções contra o presidente da Síria, Ahmad al-Sharaa, nesta sexta-feira (7). A União Europeia confirmou que também vai tomar a mesma medida.

Isso antecede um encontro dele com o presidente dos EUA, Donald Trump, na próxima semana. Além disso, acontece um dia depois de o Conselho de Segurança da ONU ter tomado a mesma decisão, o que.

EUA e Reino Unido também suspenderam as sanções contra o ministro do Interior da Síria, Anas Khattab, de acordo com comunicados.

Ambos estavam sujeitos a sanções financeiras direcionadas ao Estado Islâmico e à Al-Qaeda. Anteriormente, os Estados Unidos haviam classificado os grupos radicais como Terroristas Globais Especialmente Designados.

Um porta-voz da União Europeia afirmou nesta sexta-feira (7) que a decisão da ONU seria refletida nas medidas do bloco.

O Reino Unido já havia suspendido algumas sanções contra a Síria em abril, enquanto o bloco tirou as sanções econômicas em maio. Entretanto, as restrições relacionadas a armas e segurança permanecem em vigor.

“Continuamos comprometidos em apoiar uma transição pacífica e inclusiva, liderada e conduzida pelos sírios, para ajudar a construir um futuro melhor para todos os sírios”, disse um porta-voz da Comissão Europeia.

Os EUA pressionam o Conselho de Segurança, composto por 15 integrantes, há meses para que alivie as sanções contra a Síria. Trump anunciou uma grande mudança na política externa do país em maio, quando afirmou que suspenderia as sanções.

Reunião na Casa Branca

Donald Trump deve se encontrar com Ahmad al-Sharaa na Casa Branca na segunda-feira (10), na primeira visita desse tipo de um chefe de Estado sírio.

Trump tem buscado boas relações com Sharaa. Em junho, ele revogou a maior parte das sanções americanas contra a Síria e se encontrou com o líder do país quando visitou a Arábia Saudita em maio.

Desde que assumiu o poder em dezembro do ano passado, Sharaa tem feito uma série de viagens ao exterior enquanto o governo de transição busca restabelecer os laços da Síria com as potências mundiais que haviam evitado o país durante o governo de Bashar Al-Assad.

Sharaa, que era conhecido como Abu Mohammad al-Julani, se tornou presidente da Síria após as forças lideradas pelo grupo radical HTS (Hayat Tahrir al-Sham) deporem Assad em uma ofensiva relâmpago.

Ele já foi uma figura importante no HTS e anteriormente afiliado à Al-Qaeda, tendo sido alvo de sanções dos EUA em 2013, da ONU e do Reino Unido em 2014, incluindo proibição de viagens, congelamento de bens e embargo de armas.

O Conselho de Segurança da ONU suspendeu essas medidas na quinta-feira (6), alegando a ausência de laços ativos entre o HTS e a Al-Qaeda.

O governo sírio não respondeu imediatamente a um pedido de comentário nesta sexta-feira (7), que não é um dia útil na Síria.



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