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O governo brasileiro acredita que a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não coloca em risco o diálogo aberto recentemente com a Casa Branca e nem o anúncio, feito nesta quinta-feira (20), de exclusão de produtos brasileiros do tarifaço aplicado por Donald Trump.

Fontes diplomáticas ouvidas pela CNN Brasil enfatizam que a situação jurídica de Bolsonaro não tem sido mais mencionada nas conversas bilaterais. E avaliam que as tratativas comerciais foram segregadas de qualquer discussão envolvendo questões políticas.

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, teria ignorado o tema em seus encontros recentes e ligações telefônicas com o ministro das Relações Exteriores, Marco Rubio.

Na Malásia, quando se encontraram às margens da cúpula da Asean (Associação de Nações do Sudeste Asiático), Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citaram o assunto apenas superficialmente.

No início do encontro, quando ainda estava diante da imprensa, Trump fez um único comentário sobre Bolsonaro: “Sempre gostei dele, me sinto mal. Ele está passando por momentos ruins”.

Depois, ao longo da conversa e já sem a presença de repórteres, Lula disse ao americano que o julgamento de Bolsonaro havia seguido o processo legal e que a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes era injusta.

Embora ressaltem o papel da diplomacia na aproximação entre Lula e Trump, funcionários do governo brasileiro reconhecem que fatores domésticos, como a inflação americana em itens como carne bovina e café, ajudaram na suspensão das sobretaxas aplicadas a produtos brasileiros.

As mesmas fontes lembram que, mesmo incipientes, há negociações comerciais em curso e uma pauta já foi formalmente apresentada pelo governo brasileiro aos americanos.



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