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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (5) que a votação da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) depende da aprovação de dois projetos, que aguardam análise do Congresso Nacional. A lei estabelece as diretrizes que vão guiar o orçamento do ano que vem.

Segundo o ministro, é necessário que os deputados e senadores aprovem o projeto de lei complementar que obriga o governo federal a reduzir gradualmente os benefícios tributários, financeiros e creditícios em, no mínimo, 10% até o fim de 2026. A proposta está na Câmara.

A equipe econômica também aguarda a aprovação do projeto sobre bens e imóveis que incluiu medidas fiscais sugeridas pelo governo. O texto já foi aprovado pelos deputados e aguarda análise do Senado.

“Depende do Congresso. Estamos esperando votar o que falta votar, que é o corte linear que foi proposto pelo Congresso ao presidente da República. O corte linear foi proposto pelos dois presidentes [Davi Alcolumbre e Hugo Motta] na mesa do presidente da República [Lula]. Está dependendo disso. Acredito que, depois de ter feito o balanço de tudo, orçamento e LDO vão ser votados”, afirmou Haddad.



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