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Mansueto Almeida reage com uma risada à possibilidade de que poderia voltar a Brasília para ser parte da equipe econômica de Flávio Bolsonaro.

Depois de viver por duas décadas na capital federal, reside atualmente em São Paulo e diz que não tem nenhuma intenção de voltar ao poder público.

“Todo mundo fala meu nome para várias coisas. Eu fico lisonjeado, mas estou no setor privado e não estou envolvido com nenhuma campanha política”, disse, rindo, o economista-chefe do BTG Pactual.

Nas últimas semanas, circularam rumores de que Almeida, ex-secretário do Tesouro Nacional, seria o principal nome econômico da candidatura do filho de Jair Bolsonaro. Estaria, inclusive, envolvido no desenho de um programa econômico para o senador fluminense.

Após participar da Brazil Conference – eventual anual de estudantes da Universidade de Harvard e do MIT –, o economista do BTG disse que quer continuar longe da política.

“Passei 20 anos no setor público. Muito tempo como secretário do Tesouro, no Ministério da Fazenda, e estou bastante feliz no setor privado e quero passar muitos anos no setor privado”, disse.

Investidor estrangeiro e o Brasil

Fora da campanha, Almeida diz que o investidor estrangeiro tem uma visão otimista sobre o que será da economia brasileira a partir de 2027, seja com reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva ou vitória da oposição.

“Há uma certa crença do investidor estrangeiro de que quem quer que seja o governo eleito fará alguma coisa para melhorar o fiscal. Então, o estrangeiro está com um olhar, eu diria, mais otimista de Brasil do que os locais”, disse.

Almeida argumenta que o recente fluxo de capitais estrangeiros para o Brasil não foi resultado de uma melhora da percepção sobre a economia brasileira, mas motivada pela saída de investidores dos Estados Unidos.

“A bolsa do Brasil subiu, assim como no Chile, Colômbia, México e China. Aconteceu em vários emergentes.”

Para o economista-chefe do BTG, além da crença de que o problema fiscal será encaminhado por Lula ou Flávio, o estrangeiro também têm se agarrado a fatores que vão além do macroeconômico.

“É um país que tem potencial, com crescimento muito forte na produção agrícola, no petróleo… Então, quando o investidor olha tudo isso, num país que está barato, começa a acreditar que há boas oportunidades”, disse.

*A CNN Brasil viajou a convite da Brazil Conference



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