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O Governo do Estado de São Paulo divulgou, nesta quarta-feira (12), os dados de números de assaltos na região central da capital. O levantamento mostra que houve uma redução de 60% de roubos no Centro.

De maio até setembro deste ano, foram registrados 1,3 mil roubos nas áreas do 3º (Campos Elíseos) e 77º (Santa Cecília) Distritos Policiais, responsáveis pela região. Foi a menor quantidade de ocorrências no centro em 25 anos.

Os furtos em geral reduziram 29,8%, saindo de 6,2 mil para 4,4 mil registros. Já os furtos de veículos caíram de 119 para 87 boletins de ocorrência.

Segundo o delegado Carlos Eduardo Carvalho, titular da 1ª Delegacia Seccional, a queda dos crimes se deve ao fato de que “a região central deixou de ser visitada e ocupada por usuários de drogas que, muitas vezes, se valiam do cometimento de pequenos furtos ou roubos para alimentar o vício”.

Além disso, foram presos líderes de facções que atuavam no centro de São Paulo.

Fluxo na Cracolândia

O governo estadual alega que a diminuição das ocorrências são sintomas do “fim do fluxo” na região, quando os dependentes químicos passaram a se espalhar pela cidade em grupos menores.

Já a prefeitura de São Paulo afirma que resultados são reflexo de  “ações estratégicas que combinam atendimentos de saúde, assistência social e reforço da segurança pública, combatendo o tráfico de drogas e outros crimes”, cita trecho do posicionamento oficial.

Ainda não é possível apurar quais são as novas rotas dos usuários, já que eles vagam em grupos menores por ruas do centro e historicamente é um fluxo migratório. Por anos a região ocupada foram ruas próximas a estação Julio Prestes, na Luz. Recentemente, antes das ações governamentais, ocupavam a rua dos Protestantes.

Ainda em janeiro deste ano, parlamentares do PSOL protocolaram uma ação contra um muro de 40 metros instalado durante as operações municipais na Cracolândia, a petição gerou um pedido de explicação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que pediu explicação sobre a construção.

Posteriormente em abril, Moares entendeu que a estrutura não representava um empecilho aos atendimentos sociais. O ministro também cobrou a Procuradoria-Geral do Município de São Paulo, em julho, por violência cometida pela GCM (Guarda Civil Metropolitana) contra pessoas em situação de rua e dependentes químicos.

*Sob supervisão de Thiago Félix 



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