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Nas primeiras semanas do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ministros, cerimonialistas e até a primeira dama, Janja da Silva, adotaram o pronome neutro “todes” em eventos oficiais como uma forma de contemplar as pessoas não binárias.

Quase dois anos depois, a sanção do presidente a uma lei que proíbe o uso de linguagem neutra na elaboração de textos de órgãos e entidades da administração pública de todos os entes federativos representa uma derrota da agenda identitária às vésperas da eleição.

Entre esses dois momentos, as eleições municipais do ano passado deram sinais de que essa pauta tem potencial desgaste.

Além de não agregar novos eleitores, a linguagem neutra é uma agenda antipática aos evangélicos, que representam 30% do eleitorado, e divide a própria esquerda.

Durante a campanha de Guilherme Boulos (Psol) à prefeitura de São Paulo, Lula e o próprio candidatos ficaram irritados ao verem vídeos do hino nacional interpretado em linguagem neutra em um comício.

A cena foi água no moinho da direita, que soube instrumentalizar a rejeição até de progressistas moderados ao uso do “todes”

A sanção de Lula neste momento sinaliza que o presidente não quer correr o risco de perder votos pregando para convertidos.



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