O final de ano das empresas é marcado pelas tradicionais cestas de Natal, oferecidas aos colaboradores para as datas festivas do período. O mercado corporativo, no entanto, tem substituído os kits prontos e recompensado os funcionários em dinheiro.

A busca pelo Vale-Natal, saldo disponibilizado através do cartão de benefícios, dobrou no último ano, segundo dados da Swile Brasil, empresa de benefícios corporativos. O levantamento aponta para um crescimento de 56% em 2023 e de 100% em 2024, alcançando um total de 220 mil pessoas.

O ticket médio para o Vale-Natal é de R$ 330 e, apesar das empresas deixarem de entregar itens para refeições típicas de final de ano, mais da metade (54%) dos gastos do benefício ainda são nos supermercados.

Com a aceitação em diferentes estabelecimentos, outros dos destinos mais frequentes deste saldo são os restaurantes (16%), varejo (12%), serviços (8%), automotivo (5%) e até boletos e saúde (2% cada), auxiliando no bolso dos beneficiados.

“As cestas físicas seguem em setores tradicionais, mas a migração para saldo digital avança à medida que o RH precifica o custo logístico e busca eficiência na alta temporada de dezembro”, diz Nicolas Batista, diretor de estratégia e novos negócios da Swile.



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