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A PF (Polícia Federal) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (13/11), uma operação contra um grupo criminoso responsável por fraudes milionárias em contas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) pertencentes a jogadores de futebol, ex-jogadores e treinadores.

Entre as vítimas do grupo, estão atletas que já atuaram pela Seleção Brasileira, como Gabriel Jesus, e técnicos renomados como Luiz Felipe Scolari, o Felipão, e Oswaldo de Oliveira. Há também a presença de jogares estrangeiros que já atuaram no Brasil.

Veja lista completa abaixo: 

  • Luiz Felipe Scolari (Felipão), um dos maiores técnicos brasileiros da história. Foi o treinador do “Penta” do Brasil, em 2002, mas também ficou marcado por ser o comandante da Seleção que perdeu de 7 a 1 para a Alemanha, na Copa do Mundo de 2014. 
  • Gabriel Jesus, revelado nas categorias de base do Palmeiras e camisa 9 da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2018;
  • Oswaldo de Oliveira, ex-técnico de clubes como Corinthians, Vasco, Fluminense, Flamengo, Santos e outros. Foi campeão do Mundial de Clubes de 2000 pelo “Timão”. Recentemente, se envolveu em uma polêmica com carlo Ancelotti, atual técnico da Seleção Brasileira;
  • Paulo Roberto Falcão, ídolo do Internacional e volante da Seleção Brasileira durante as Copas de 1982 e 1986; ele também é jornalista, comentarista esportivo e coordenador esportivo; 
  • Ramires, ex-atleta campeão da Champions League pelo Chelsea da temporada 2011-2012. O volante, que já atuou com a camisa do Brasil, foi um dos protagonistas na conquista do título pelo time inglês, inclusive com um gol de “cavadinha” nas semi-finais contra o Barcelona de Messi.  
  • Titi, zagueiro que já jogou por clubes como Vasco e Fotaleza e hoje está no Goiás; 
  • Raniel, ex-atacante de clubes como Santos, São Paulo e Vasco; 
  • Obina, ex-jogador que atuou por times como Atlético-MG, Flamengo e Palmeiras. O atacante chegou a ganhar uma música da torcida Rubro-Negra em que era colocado acima de Samuel Eto’o, um dos maiores jogadores africanos da história do futebol; 
  • Paolo Guerrero, jogador do Alianza Lima, do Peru. Jogou por clubes como Flamengo e Corinthians, onde fez o gol do título do Mundial de Clubes conquistado pelo time paulista em 2012, no Japão;
  • Christian Cueva, meia-atacante peruano que chegou a vestir a camisa 10 do São Paulo e herdou a camisa 8 de “Renatinho” no Santos;
  • Joao Robin Rojas Mendoza, ponta direita equatoriano que atuou pelo São Paulo enquanto esteve no futebol brasileiro; 
  • Alejandro César Donatti; zagueiro argentino que atou pelo Flamengo e hoje está sem clube.  

Entenda a “Operação Fake Agents”

A terceira fase da Operação Fake Agents III acontece na manhã desta quinta-feira (13). O alvo da PF é um grupo criminoso responsável por fraudes milionárias em contas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) de jogadores de futebol, ex-jogadores e treinadores. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 7 milhões.

Nesta etapa, os agentes da PF cumpriram quatro mandados de busca e apreensão na capital fluminense, três em residências de funcionários da Caixa Econômica Federal, localizadas nos bairros da Tijuca, Ramos e Deodoro, e um na agência do banco no Centro do Rio.

A investigação teve início com o caso do jogador peruano Paolo Guerrero, que teve cerca de R$ 2,2 milhões desviados de sua conta de FGTS por meio de documentos falsos. Essa fraude deu origem à primeira fase da operação.

Na segunda fase, as investigações levaram à advogada Joana Costa Prado de Oliveira, apontada como responsável por coordenar os saques fraudulentos. Segundo a PF, ela utilizava seus contatos em agências da Caixa no Rio de Janeiro para facilitar o levantamento indevido dos valores. A advogada teve a carteira da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) suspensa.

Com o avanço das apurações, a terceira fase passou a investigar funcionários da Caixa que colaboravam com o esquema. Foi a partir dessa etapa que os investigadores constataram que as fraudes ocorreram em diversas agências da Caixa no Rio de Janeiro, envolvendo outros jogadores e treinadores.

A operação é conduzida pela UIS/Delefaz (Unidade de Investigações Sensíveis da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários), com apoio da área de inteligência e segurança da Caixa.

Os investigados poderão responder pelos crimes de falsificação de documento público, estelionato e associação criminosa, sem prejuízo de novas imputações que possam surgir com o avanço das investigações.

CNN tenta contato com a advogada Joana Costa Prado de Oliveira e mantém espaço aberto para que se manifeste sobre as investigações.



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