O cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã está sob risco diante de muitas fragilidades. Pouco mais de uma semana depois do anúncio, o acordo é colocado à prova, com dúvidas sobre o que está sendo cumprido de cada lado. 

O Estreito de Ormuz continua sendo um ponto sensível, já que os EUA não abrem mão do bloqueio naval, provocando reação do Irã.

Donald Trump continua variando com suas contradições, entre ameaças e declarações de sucesso, tentando sustentar que a operação avança bem e chega a comparar o Irã à Venezuela. 

No Brasil, Lula entra na discussão e coloca em dúvida se o Irã de fato desenvolveu urânio para uma bomba, mesmo diante das conclusões da própria ONU.  

A novidade mais recente vem da China. Dependente do petróleo iraniano, Pequim começa a dar sinais de impaciência com os dois lados, com a extensão dos danos econômicos e a falta de objetividade de Trump.

O acordo está de pé, mas sem ter superado a fragilidade que era óbvia desde que foi anunciado na semana passada.



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