O julgamento de Eduardo Bolsonaro e a agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no G7 se encontram em um mesmo debate no mesmo dia: o da soberania nacional.
Em Brasília, o STF (Supremo Tribunal Federal) retomou as discussões e condenou grupos por atuação política nos Estados Unidos contra autoridades brasileiras.
Na França, Lula voltou a defender o respeito à autonomia dos países e a rejeitar interferências externas em assuntos domésticos.
Os dois fatos passaram a fazer parte da mesma disputa política. O governo fala em defesa das instituições e da soberania. O bolsonarismo vê mais um capítulo de perseguição política e de excessos do Judiciário.
No meio dessa disputa está o STF e o julgamento de Eduardo também mostra como a Corte segue no centro dos principais embates políticos do país.