A hegemonia segue intacta. O Conegliano confirmou mais uma vez sua superioridade ao vencer o jogo 4 da final e conquistar o Campeonato Italiano de Vôlei. É o nono scudetto da história do clube, e o oitavo consecutivo, um domínio raro no esporte.
Diante de um ginásio lotado, a equipe mostrou maturidade e controle absoluto. Depois de um tropeço no jogo anterior, o Conegliano respondeu com autoridade.
A estrela do vôlei mundial, a brasileira Gabi Guimarães, foi essencial para o título. Ao final da partida, a capitã da Seleção Brasileira agradeceu o apoio do povo brasileiro e afirmou que não foi uma partida fácil.
Galera do Brasil, muito obrigado pela torcida e todo o carinho. Não foi uma final fácil. Decidimos no quarto jogo e na casa delas. Paola Egonu sempre desequilibrando. Muito obrigada por todo apoio e agora vamos para a Champions League.
VEJA:
Ela entrega tudo e não esquece de quem tá junto. 💚💛
Gabi Guimarães é campeã italiana com o Imoco Conegliano 🏆
No jogo 4 da final, fez 3×0 no Milano, fechou a série e garantiu o título, com recado pra torcida brasileira que vibrou o tempo todo.#TimeBrasil pic.twitter.com/pjfLPnCAKS
— Time Brasil (@timebrasil) April 22, 2026
O grande nome da decisão foi Isabelle Haak. Imparável mais uma vez, a oposta liderou o time nos momentos decisivos e terminou a série como MVP das finais. Bem distribuída por Joanna Wołosz, a equipe encontrou soluções constantes no ataque e anulou as tentativas de reação adversária.
Do lado do Milano, Paola Egonu brilhou individualmente e foi a principal válvula de escape ofensiva. Ainda assim, o time pecou na consistência, especialmente no saque e no bloqueio, e não conseguiu sustentar o ritmo diante da precisão rival.
Ao longo da partida, Conegliano manteve o controle emocional e técnico. Mesmo quando o Milano ameaçou equilibrar o jogo, a equipe respondeu sem permitir viradas. A superioridade coletiva foi o diferencial em uma final que terminou sem grandes sustos.
No ponto decisivo, coube novamente a Haak encerrar a história e confirmar mais um título para as “panteras”, que seguem escrevendo uma era dominante no vôlei italiano e europeu.