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Nesta segunda (29), Brasil e Japão se enfrentam em Houston, nos Estados Unidos, pela fase de 16-avos da Copa do Mundo. O aspecto físico pode ser determinante para a classificação da equipe. A análise dos números extraídos dos relatórios da Fifa nos jogos da fase de grupos revela o desempenho de cada seleção.

A Seleção Brasileira percorreu um total de 338,0 km em suas três primeiras partidas. A equipe manteve uma regularidade notável, registrando 113,7 km contra o Marrocos, 113,6 km diante do Haiti e 110,7 km no confronto com a Escócia.

Já a Seleção Japonesa acumulou 331,8 km percorridos no total da fase de grupos. O desempenho dos japoneses variou: 109,4 km na estreia contra a Holanda, um pico de 112,2 km frente à Tunísia e 110,2 km no jogo com a Suécia.

Meio-campistas são os “motorzinhos” das seleções

Os meio-campistas Bruno Guimarães (Brasil) e Ao Tanaka (Japão) se destacam como os “motorzinhos” de suas seleções. Ambos são os únicos jogadores a ultrapassar a marca de 35 km de corrida somadas as três partidas da fase de grupos da Copa do Mundo.

Pressão defensiva: a arma do Japão

A pressão defensiva exercida pelo Japão tem sido uma das marcas registradas da seleção nesta Copa. Representa um desafio tático significativo para o Brasil, dada a intensidade e o volume superior de ações defensivas dos japoneses.

A equipe japonesa demonstrou essa capacidade no empate em 2 a 2 com a Holanda, registrando 316 pressões totais. Mesmo em jogos com maior posse de bola, como contra Suécia e Tunísia, os Samurais Azuis mantiveram marcas acima de 220 pressões por jogo.

Jogadores como Daizen Maeda e Ao Tanaka são pilares desse sistema defensivo. Maeda, por exemplo, registrou 38 pressões contra a Holanda, enquanto Tanaka liderou as pressões contra a Tunísia (26) e Suécia (19).

Brasil sob pressão: um ponto fraco?

Embora o Brasil tenha tido sucesso na fase de grupos, a Seleção enfrentou dificuldades quando pressionada intensamente. Na partida contra o Haiti, por exemplo, os brasileiros sofreram 294 pressões, resultando em 39 perdas de posse de bola sob essa circunstância.

O Japão, com uma média de pressões superior à do Haiti contra adversários fortes, pode explorar essa dificuldade brasileira na transição. A velocidade japonesa em recuperar a bola é outro fator de alerta para a equipe verde e amarela.

Contra a Tunísia, o tempo médio de recuperação dos japoneses foi de apenas 13,74 segundos. Se o Brasil não for ágil na saída de bola, corre o risco de ser pego em “zonas de armadilha” criadas pelo meio-campo japonês.

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN



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