Anúncio


Damaris Vitória Kremer da Rosa, acusada no Rio Grande do Sul por crimes de homicídio qualificado e incêndio, foi absolvida pelo Tribunal do Júri em agosto de 2025. A jovem, que teve sua prisão preventiva decretada em junho de 2019, morreu em outubro de 2025, apenas dois meses após a sentença que reconheceu sua inocência.

Relembre caso: Jovem presa por 6 anos morre de câncer dois meses após ser absolvida no RS

O julgamento final pelo tribunal do júri, em agosto de 2025, resultou na absolvição de Damaris Vitória Kremer da Rosa e de outro réu por todas as imputações dirigidas na denúncia.

No tocante a Damaris, especificamente sobre o crime de homicídio qualificado, o júri respondeu, por maioria, não aos quesitos que perguntavam se ela era responsável para a prática do fato.

A prisão preventiva havia sido imposta pela Justiça gaúcha em 2019, pois Damaris era suspeita de ter atuado como “isca” para atrair a vítima, Daniel Gomes, à morte em Salto do Jacuí (RS), além de participar do incêndio do veículo dele.

Entenda por que jovem foi presa e absolvida antes de morrer de câncer no RS

Apenas um dos réus, Henrique Kauê, foi condenado pelo artigo 121 do Código Penal, que aborda o homicídio privilegiado, e permite a redução da pena entre um sexto e um terço. Isso acontece quando o crime é cometido sob um significativo valor social ou moral, ou em um estado de emoção intensa, imediatamente após a provocação da vítima.

Adicionalmente, o MP (Ministério Público) havia requerido a absolvição de todos os réus pelo crime de incêndio.

Quem era a jovem liberada após 6 anos presa injustamente e morta com câncer

Relembre caso: investigação, prisão, doença e liberdade

As autoridade representaram pela prisão para a garantia da ordem pública e da aplicação da lei penal, dado que ela era suspeita de ser integrante da facção criminosa chamada “Os Manos” e estava em local incerto, com indicativos de que poderia deixar o país. A acusada foi denunciada por homicídio qualificado e incêndio em coautoria com outros réus.

Jovem presa injustamente teve liberdade negada antes de descobrir câncer

A defesa da jovem tentou a soltura diversas vezes, tendo um habeas corpus negado pelo STJ em 2020. Em novembro de 2024, um pedido por motivo de saúde foi indeferido, pois foram apresentados apenas receituários, sem exames ou diagnósticos que comprovassem a patologia.

O cenário mudou em março de 2025 com o reconhecimento oficial de seu grave estado de saúde.

Sua liberdade cautelar havia sido convertida para prisão domiciliar em março de 2025, após o diagnóstico de neoplasia maligna do colo do útero, uma condição que exigia tratamento oncológico regular.

Em abril de 2025, Damaris foi autorizada a cumprir a prisão domiciliar na residência de sua mãe, em Balneário Arroio do Silva (SC), sob monitoramento eletrônico, para iniciar o tratamento combinado de quimioterapia e radioterapia.



Source link

Últimas Notícias

plugins premium WordPress

MENU

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Porto de Paranaguá recebe mais de 5 mil carros elétricos em uma única operação

Empresários podem participar de eventos na América Latina com o Viaje Paraná

No Salão do Turismo 2026, BRDE reforça atuação no crédito do setor

Sanepar entrega em Cascavel área revitalizada após obra de desassoreamento do lago

Paraná instala cabine de amamentação em terminal metropolitano e amplia conforto das mães

Na 30ª Expo Turismo Paraná, Darci Piana destaca importância do setor para o Estado

Estado homologa decreto que permite atendimento célere a Rio Bonito do Iguaçu por mais seis meses

Segurança nas rodovias: Arapoti ganha maior Ponto de Parada e Descanso do Paraná

Sanepar entrega em Cascavel área revitalizada após obra de desassoreamento do Lago Municipal

Ratinho Junior lança obras do Contorno Sul de Arapoti em parceria com a Klabin